24 de janeiro de 2015

Volta às aulas - Material escolar

Janeiro é a época exata do comércio de materiais escolares estabeleceram custos absurdos sobre os produtos solicitados pelas escolas. A somar com os tributos de carro, imóvel. No entanto, quem financia os estudos de alguém pode economizar ao adquirir o solicitado na lista, na qual muitos apontam como uma vilã, ou como algo inapropriado por causa de alguns produtos julgados inúteis para a criança, ou sala de aula.

O custo de um estudante neste início de ano pode sair barato sobre as compras de materiais escolares pedagógicos citados nessa lista em link com a notícia do site G1.

Segue algumas maneiras de adquirir os materiais listados e manter o orçamento dentro do limite estabelecido para início de ano letivos:

1. Formar um grupo de pesquisa de preços em lojas físicas ou virtuais e comparar os preços;

2. Depois de escolhido os produtos mais adequados ao bolso e ao gosto de cada um verificar os preços no varejo e atacado;

3. Sendo viável para o grupo e já de acordo com o tipo e valor do material façam a compra em atacado ou varejo, com o custo mais gentil ao bolso,  e dividam o valor e os materiais entre todos do grupo;

4. Ou, antecipe a compra de materiais (lápis de cor, cadernos, tintas...)  para os meses de julho, agosto porque os preços dos produtos listados estão muito acessíveis, e estoque.

Comumente a escola é julgada pela lista de materiais pedagógicos porque solicitam produtos que os pais não caracterizam comuns ao uso em sala de aula pelos alunos. Porém, esse é um pensamento equivocado, pois os variados tipos de materiais solicitados como argila, lã, glitter, algodão, feltros, tintas são usados na prática do ensino, aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes. A construção do conhecimento e desenvolvimento do aluno é totalmente ativo. Professores e coordenadores não podem restringir as práticas do ensino ao quadro, giz, cadernos, apostilas. O comprometimento em instruir o aluno está implícito nos diversos  modos e apresentação de conteúdos e para isso a diversidade de materiais é importante para a construção do conhecimento.

Aos pais ou responsáveis que deixam de confiar no pedido da escola sobre os materiais vai mais algumas dicas:

1. Peça para ler os projetos em execução e sobre as didáticas instrucionais;

2. Participe da construção do conhecimento do estudante. Pergunte como foram as aulas, o que utilizaram, o que aprenderam;

3. Esteja presente as reuniões semestrais, aos encontros festivos, as amostras;

4. Visitem a sala de aula e apreciem o vasto material construído pelos alunos que ficam expostos;

5. Peça o portfólio do estudante;    

6. Ao comprar os materiais colem etiquetas nomeadas porque o que não for usado, ou o material usado e durável, a escola tem obrigação de devolver;

7. Converse com outros pais ou responsáveis;

8. No final do ano letivo não esqueça de buscar a pasta com todas as atividades feitas durante todo o ano;

9. Peça a devolução dos materiais que você não percebeu o uso;

10. Busque matricular o aluno numa instituição ao qual você confia nos valores, cuidados, instrução. Uma escola em que acredita nas teorias e métodos de ensino.

É importante investir numa escola que proporcione ao estudante diversidade para a construção do conhecimento, através da instrução, por isso pais ou responsáveis acolham (examinem, questionem) as solicitações de materiais que a instituição escolhida determinou, e acompanhe todo o processo pedagógico.

Lista de materiais com preço comparativo feita pelo Procon.


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